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Seletti e a culinária saudável

Por Priscila Pires

Uma das tendências da culinária nos últimos anos atende pela qualidade de “saudável”. Nas praças de alimentação dos shoppings, cada vez mais encontramos, além do fast food, redes que prezam pela salada, grelhados, sanduíches naturais e os chamados wraps. Um exemplo gostoso é o Seletti, com restaurantes em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Paillard de baby beef, salada Levíssima com molho de limão, suco BetaLaranja e muitas vitaminas

O restaurante bate na tecla do conceito de saudável, do “sentir-se bem”: “No Seletti você encontra um cardápio variado, nutritivo e muito saboroso, a combinação perfeita para se ter uma vida saudável”, informa o site.

No cardápio, o destaque é para os sucos naturais como o Moranja (morango, maçã e laranja), Lamango (laranja, manga e morango) ou o inusitado VerdeMel (laranja, espinafre, rúcula e mel). Os grelhados, como o hambúrger vegetariano (girassol e legumes ou milho e gergelim), podem ser acompanhados por diferentes saladas, massas e até arroz 7 grãos, além de molhos – barbecue, maracujá, curry, vinagrete e chimichurri são algumas das opções.

Para saber onde encontrar um Seletti mais próximo de você, confira o site clicando aqui.

 

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Verão com iogurte gelado

Por Priscila Pires

O frozen de iogurte é o tipo de novidade que deu certo. A opção de sobremesa aposta no quesito “sou gostosa e saudável” e promete ser uma ótima pedida no verão.

 

Huuuum!

A primeira loja da Yogoberry foi aberta em 2007, no Rio de Janeiro. De lá para cá, a empresa já abriu franquias em outros 11 estados, além do Distrito Federal.

Em 2008, o Yoggi abriu a sua primeira loja, também no Rio, e se espalhou pelo Brasil. Seguindo a trajetória de sucesso do segmento estão também Yoforia, Zebra Zero e a canadense Yogen Früz.

O cardápio, em geral, segue a mesma linha: “iogurte gelado” no sabor natural ou variantes que dependem da marca (na Yoforia, por exemplo, tem sabor lichia/ na Yoggi, sabor jabuticaba/ na Zebra Zero, sabor blueberry, na Yogen Früz, sabor manga, e na Yogoberry, sabor chá verde).

Além do iogurte, você pode escolher os “toppings” – frutas, caldas, grãos, cereais, etc.

Outras opções são os Smoothies, sucos e até drinks que misturam iogurte e vodca.

Para saber onde encontrar essas delícias geladas, confira os sites:

Yogoberry: http://www.yogoberry.com.br/
Yoggi Bar: http://www.yoggi.com.br/
Yoforia: http://www.yoforia.com.br/
Zebra Zero: http://www.zebrazero.com.br/lojas.php
Yogen Früz : http://www.yogenfruz.com/storelocator/

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Pré-balada no Bar Matriz: música para quase todos os gostos

O Bar Matriz, localizado ao lado do Parque da Aclimação, na zona central de São Paulo, tem apostado na música ao vivo para atrair mais frequentadores. Às terças e quintas, a música sertaneja toma conta do bar, e a galera abre espaço entre as mesas para dançar. Às quartas, o futebol no telão divide espaço com a MPB, a partir das 20h. Sexta é dia de rock e aos sábados, o DJ Anderson Thomé, da Energia 97, agita o bar a partir das 22h. E desde outubro, aos sábados (a partir das 15h), a tradicional feijoada também vem acompanhada de música ao vivo.

 

Música ao vivo no Bar Matriz. Imagem: BaresSP

 

O cardápio é refinado, mas o preço é salgado: o combo couvert artístico + saquerita + porção de pasteis saiu por quase R$ 43,00, e a Picanha no Réchaud, uma das especialidades da casa, custa quase R$70,00.

Entrada do Bar Matriz

Curtiu? Então anote o endereço e boa pré-balada!

Bar Matriz: Rua Pedra Azul, 521 – Aclimação

Horário de Funcionamento: Seg-Sex das 17h até o último cliente. Sábado e domingo: a partir das 11h.

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Mais um “neighborhood grill”: Applebee’s

O Applebee’s pode até lembrar o Outback (do qual já falamos aqui no blog) com o conceito de “neighborhood grill”, mas a rede é de origem norte-americana, mais especificamente da Geórgia. A primeira franquia chegou ao Brasil apenas em 2004, 14 anos depois do primeiro restaurante.

No cardápio, a dica é para os combinados: você pode escolher pequenas porções de Mozzarella Sticks, Boneless Bufallo Wings, Crunchy onion. Com mais um refrigerante, com direito a refil, você e seu acompanhante comem (muito) bem por aproximadamente R$50,00.

 

Ultimate trio, o combinado da Applebee's

Outra pedida são os sanduíches. Além do tradicional cheeseburger, você ainda pode querer experimentar o BBQ Pulled Pork Sliders, sanduíches de costela de porco defumada. Ficou com água na boca? Então confira o cardápio aqui.

 

Em São Paulo, você encontra o Applebee’s em quatro endereços: em Moema, na Alameda dos Arapanés, 508; no Shopping Eldorado, na Avenida Rebouças, 3970; no Shopping Morumbi, na Avenida Roque Petroni Junior, 1089 e no Itaim Bibi, na Rua Joaquim Floriano, 533. Mais informações no site http://www.applebees.com.br/.

 

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Tudo acaba em pizza

Por Priscila Pires

Você já deve ter ouvido a expressão do título alguma vez.  De acordo com o “Aventuras na história”

A expressão, (infelizmente) bastante usada hoje, significa que algum episódio que envolvia falcatrua terminou sem qualquer punição. Sua origem está relacionada à Sociedade Esportiva Palmeiras, clube paulistano criado por italianos – o antigo Palestra Itália –, e a um palmeirense, o jornalista esportivo Milton Peruzzi, morto em 2001. Na década de 60, uma crise envolvendo cartolas se instalou no Palmeiras. Os dirigentes começaram a discutir e assim ficaram por 14 horas (!), quando finalmente a fome apertou. Eles resolveram ir a uma pizzaria. Duas rodadas de chope, várias garrafas de vinho e 18 pizzas gigantes depois, a paz voltou a reinar. Milton Peruzzi, que trabalhava na Gazeta Esportiva, acompanhou tudo e ditou a manchete do jornal do dia seguinte: “Crise do Palmeiras termina em pizza”.

Ah… A pizza! Quando o chefe de cozinha Raffaele Esposito Brandi preparou essa receita pela primeira vez, talvez nem imaginasse o sucesso que faria além da Itália, muito menos além do continente. São Paulo é hoje uma das capitais da pizza: de acordo com a Associação Pizzarias Unidas, a cidade só perde para Nova Iorque em quantidade de pizzas consumidas (40 mil por hora! ).

Alguns mitos envolvem o surgimento da tradicional pizza napolitana, a Margherita. Tradicionalmente, conta-se que em 1889 a Rainha Margherita de Savoia solicitou ao grande Brandi uma receita barata e nutritiva para a população mais humilde. Com base em um disco de massa assada, Brandi adicionou mussarela, manjericão e tomate, ingredientes típicos da culinária italiana e que representam as cores da bandeira. O restaurante de Brandi existe até hoje em Nápoles.

Nápoles, Itália, 11 de junho de 2009: modelo vestida de rainha Margherita comemora os 120 anos da pizza (Foto: AFP)

A pizza chegou ao Brasil com os imigrantes italianos, mas sofreu algumas modificações ao longo dos anos. Na Itália, encontrei basicamente dois tipos de pizza, e o cardápio de sabores era limitado – diferente do que acontece aqui. O primeiro tipo, classifico como “borracha”, e pode ter formato “quadrado” ou “redondo”. É geralmente servido nas lanchonetes. O segundo tipo, o “delícia”, também tem subclasses: o delícia napolitana, ou seja, a-melhor-pizza-que-eu-encontrei, e o tipo delícia romana. A diferença entre elas é a espessura da massa: da primeira, mais grossa. Quanto aos sabores, vale ressaltar: o simples disco com molho já é um tipo de pizza, o Marinara (algumas pizzarias ofereciam também só o disco de massa). Margherita é um consenso, e vem com bastante molho. Não encontrei borda recheada ou pizzas doces.

Marinara: massa e molho de tomate

Para quem ainda não decidiu o que fazer no fim de semana, que tal uma pizza?

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Outback Steakhouse: nota dez para serviço e cardápio

Por Priscila Pires

Estamos na década de 1950, em uma casa do interior da Austrália. Na mesa, um pão preto. “Vocês não gostam? Experimentem, é cortesia”, convence a atendente. Sem arrependimentos. Pedi uma coca, continuamente substituída por mais uma caneca cheia – é o chamado “refil”.

Pão com manteiga diferente

No Outback Steakhouse a comida é diferente, mas vale a pena experimentar: carne suína com molho de maçã e canela, cebola frita, batata frita coberta com queijo e bacon.

O primeiro Outback chegou ao Brasil em 1997, no Rio de Janeiro. De lá para cá, a rede se expandiu pelo país: Bahia, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Para o pessoal que está em São Paulo (Capital), o endereço de todos as unidades da cidade está aqui, incluindo horário de funcionamento.

Fachada Outback Anália Franco

Fotos: Google Images

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Pregão tranquilo na Wall Street paulistana

Por Priscila Pires

Imagens: Divulgação/Colherada Cultural

Wall Street está em São Paulo. Ou pelo menos o bar que, contrariando o ambiente da rua nova-iorquina, é um espaço tranquilo para ouvir música, bebericar com os amigos e comer algum petisco. No telão, as “ações” que oscilam são os preços das bebidas (em uma noite, o drink Sex On The Beach passou de R$ 18,00 para R$ 32,40!). Na entrada do bar, não poderia faltar o famoso touro que representa a “robustez da economia americana” – mas em uma versão mais modesta.

Wall Street Bar Bull

Através de uma tela touchscreen, é possível consultar o cardápio e fazer os pedidos, passando um cartão magnético (individual e personalizado) que é entregue na entrada.  No sistema, há também uma jukebox com repertório variado, e cada música custa R$ 0,99. O único problema é que a fila de espera é longa.

Os pedidos são feitos por uma tela touchscreen, presente em cada mesa

O preço é um pouco salgado, mesmo quando as “ações” estão “em baixa”. Lá pelas 23h00, um “crash” foi anunciado: uma sirene tocou e os preços voltaram ao original. Mas só por alguns minutos.

A tranquilidade do pregão de bebidas

Wall Street Bar

Rua Jerônimo da Veiga, 149 – Itaim Bibi – São Paulo/SP

Horário de funcionamento: das 18h00 às 02h00

Entrada: R$ 30,00. Sextas e sábados: mulheres pagam R$ 15,00.

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