Arquivo do mês: novembro 2010

Liberdade e o trânsito de pessoas

Priscila Pires

A Feira da Liberdade é um dos tradicionais eventos paulistanos, e acontece em todos os finais de semana. As barraquinhas vendem de tudo: artesanato, brinquedos e comida. O resultado é que os arredores da feira, que acontece em frente ao metrô Liberdade, ficam lotados de pessoas.

 

Pessoas caminham pela Liberdade

 

 

Pensando nisso, quando saí de casa para fazer a prova da Fuvest no domingo último, já fui preparada para aguentar o trânsito carregado. E lá estava ele. As ruas da Liberdade são relativamente estreitas, e os carros competem com as pessoas pelo asfalto. O resultado é que um trajeto com duração estimada de 10 minutos acabou levando o dobro de tempo.

Mas isso é São Paulo. Trânsito imprevisível, congestionamentos em horários e locais imprevisíveis. E, em alguns lugares, até nas calçadas é preciso ter paciência para enfrentar o trânsito – o de pessoas. Como acontece lá na Liberdade…

 

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O papel da América Latina na economia mundial

SP em notícia pelo mundo
Por Nathan Lopes

No dia 22 de novembro, o jornal “Financial Times” publicou uma série de reportagens sobre a influência latino-americana no atual cenário econômico do mundo. Em quase todas elas, São Paulo é citada, como se mostra nos trechos abaixo. Também há o desmantelamento de uma rede de tráfico de drogas que usava São Paulo como ponte para África e Europa. Para terminar, o show mais esperado do ano na cidade. A apresentação de Paul McCartney no Morumbi ganhou destaque até na Nicarágua.

“South American neighbours living worlds apart” (Vizinhos sulamericanos vivendo em mundos diferentes)
Financial Times (Inglaterra)22 de novembro de 2010

“Acostumar-se às variações culturais pode ser a diferença entre sucesso e fracasso quando se faz negócios na América Latina. Mas esse é um desafio que mais e mais companhias brasileiras estão aceitando. Depois de uma onda de investimento no Brasil a maré mudou de direção e as firmas do país estão expandindo-se pelo continente”. Essa é a tese de uma reportagem da série do “Financial Times” sobre a economia latino-americana e a importância do Brasil na região.

Cerca de um terço dos investimentos brasileiros vão para a Argentina e um quarto, para o Chile. De todo aporte financeiro, 30% está relacionado ao mercado de extração, sendo Petrobras, Vale e Gerdau as maiores responsáveis pelo número.

Mas a reportagem mostra que está havendo mudanças nessa situação. E um exemplo dela vem de uma empresa paulista, a Eurofarma, que fabrica genéricos. Ela disponibilizou mais de 50 milhões de dólares para a compra de companhias familiares na Argentina e no Uruguai ao longo dos últimos 18 meses, dando presença à empresa nesses países. “Nós percebemos que temos a chance de fazer boas compras”, disse ao jornal Wesley Pontes, diretor de importação e exportação da Eurofarma. “Tem um monte de médias companhias familiares com problemas na passagem das gerações e estão disponíveis para compra. Nossa estratégia é encontrá-las e nos aproximarmos delas”.

O “Financial Times” apresenta a visão dos executivos de empresas brasileiras e latinas de que não se procura tanto investimento de outras partes do mundo. Ele é realizado com capital latino na América Latina.

“Latin America: no longer a man with a moustache and a guitar” (América Latina: não mais um homem com um bigode e um violão)
Financial Times (Inglaterra)22 de novembro de 2010

A reportagem começa dizendo que não será surpresa se o avião em que você viaja for da Embraer, o frango que come, da JBS, ou a cerveja, da Anheuser-Busch Inbev. Todas elas são brasileiras (ou parte brasileira, no caso da última, que é uma parceria com uma cervejaria belga). Além dessas, apresentam-se empresas mexicanas e guatemaltecas. “Claramente, o crescimento de economias emergentes na ordem mundial não está apenas redesenhando questões geopolíticas; suas companhias estão mudando o padrão mundial de negócios”.

As mudanças, porém, não tiveram tanto efeito, como mostra a posição brasileira no “Doing Bussiness Report”. De 183 países, o Brasil está é o número 127, atrás de Nepal e Moçambique. “Mas isso poderá ser superado. Apenas observe a Marfrig. A companhia alimentícia que começou suas operações em 1986 como uma empresa familiar fora de São Paulo, tem agora uma capitalização no mercado de 3 bilhões de dólares e vendas anuais, no ano passado, de mais de 6 bilhões.

“Creativity is key if Latin American is to progress” (Criatividade é a chave se a América Latina quiser progredir)
Financial Times (Inglaterra)22 de novembro de 2010

“Os países latino-americanos bem-sucedidos deverão aprender a lidar com suas apreciadas moedas”, avisa o jornal em mais uma de suas reportagens especiais sobre a economia da região.

“Com os juros nas nações desenvolvidas provavelmente baixos por algum tempo, o dinheiro continuará a voar para as regiões com as economias mais promissoras. Isso as fará menos competitivas”. Sobre isso, o jornal diz que elas podem acumular reservas, impor o controle de capitais e impostos, manter bancos afastados do crédito e aumentar a eficiência da produção.

“A realidade é que morar em – ou exportar de – Bogotá, Lima, São Paulo e Santiago será mais caro em dólares americanos. Será mais difícil vender produtos nos EUA e em qualquer outro país que tenha a moeda atada à americana, como a China”. O sucesso nos negócios, então, estará em novos produtos, o problema latino-americano, que investe muito pouco em pesquisa e desenvolvimento.

“Desmantelan cartel que enviaba cocaína a Europa y África” (Desmantelam cartel que enviava cocaína à Europa e África)
La Prensa (Nicarágua)17 de novembro de 2010

Uma rede internacional de tráfico de drogas, integrada por brasileiros, bolivianos e cubanos, foi desmantelada pela polícia do Brasil. Segundo o “La Prensa”, a cocaína era enviada de São Paulo para África e Europa.

Ao longo dos dezoito meses de investigação, 43 pessoas foram presas. Além disso, foi pedida à Interpol a detenção de 7 europeus com participação na rede. Na operação, ocorreu a apreensão de um monomotor para o transporte de drogas a partir da Bolívia, 2,3 toneladas de cocaína, armas de alto calibre, granadas e 33 veículos.

Barcos, que transportavam soja e outros produtos brasileiros, eram uma das formas de levar-se a droga à África. De lá, caminhões e barcos menores eram usados para que ela chegasse à Europa.

“Paul McCartney sedujo em Sao Paulo a 64,000 fans, que vibraron con los éxitos de los Beatles” (Paul McCartney seduziu em São Paulo 64.000 fãs, que vibraram com os êxitos dos Beatles)
Hoy (República Dominicana)22 de novembro de 2010

O público que “abarrotou o estádio Morumbi de São Paulo e vibrou com as canções do ex-beatle” chamou a atenção do jornal. “No marco da turnê mundial de ‘Up and Coming’, McCartney alguns de seus temas pós-Beatles, como ‘RockShow’. Mas o estádio veio abaixo quando começaram a soar os acordes do clássico do quarteto britânico ‘All My Loving’”. O “Hoy” também falou do coro que os fãs fizeram em “Yesterday” e de que Paul McCartney não deixou de interagir com o público e “balbuciou em português um ‘obrigado, paulistas’”.

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Chuva, amor e soluções para o transporte em 140 caracteres

SP em 140 caracteres
Por Nathália Soriano

@marcoluque

Teleféricos e carroscopteros…RT @RealKaka: @marcoluque qual a sugestao que o jackson five faz p transito de sao paulo ?? 22/11

@alyssoncoi

O amor não te deixa completamente imóvel. O nome disso é trânsito de São Paulo. O amor é outra coisa.24/11

@CrisWerson

São Paulo+chuva+Paul+histeria natalina=me tira desse trânsito dos infernos!22/11

@OscarFilho

Agora, uma superprodução em 3D em cartaz por toda SP, WATERWORLD. Numa rua perto de você!25/11

@Fabiolins23

Um céu lindo aqui na selva de pedra de SP, salve a poesia natural! http://twitpic.com/37zvio – 18/11

@naosalvo_J.C!

RJ tomada pelo Trafico, SP tomada pelo Trafego. PR tomada pelo maior Trapezio de Curitiba. Ta foda pra galera do sul… 24/11

@andreolifelipe

Estacionei meu barco muito longe. Vou ter que pegar um bote-táxi pra chegar até ele. Tá chovendo nada aqui em SP… 25/11

@fabiorabin

Prefiro viver no fogo cruzado do Rio do q aguentar o trânsito de Sao Paulo! Que inferno! Venham queimar carros aqui por favor!24/11

@HugoPossolo

Para aliviar o trânsito em São Paulo, basta usar a solução do Rio de Janeiro: queimar carros!24/11

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A Sete Chaves

Descansando de SP
Por Luma Pereira

A Vila (The Village) é um filme estadunidense de 2004, realizado pelo diretor Manoj Nelliattu Shyamalan, cineasta indiano naturalizado norte-americano. Conta a história de uma aldeia isolada, na Pensilvânia, cujos 60 habitantes convivem fora da civilização. Não há dinheiro, sendo que a produção é voltada para o próprio sustento e dividida entre todos.

Devido à violência que predomina nas cidades, escolheram viver desta maneira, em paz e harmonia. Além disso, realizam um acordo de jamais ninguém sair da vila, nem nunca deixar pessoas de fora entrar na mesma. Entretanto, em volta do local há uma floresta, na qual supostamente residem criaturas estranhas, que os moradores costumam chamar de “aqueles-de-quem-não-falamos”.

Os principais temas abordados no filme são o medo e a fuga. O enredo consiste num grupo de seres humanos que fogem dos receios e perigos da existência. Tentam criar um mundo ideal, fechado em si mesmo, supostamente livre de maldades – a vila. Querem formar uma sociedade perfeita.

Entretanto, ignoram a natureza humana, que em algum momento mostra as fraquezas, tendo, no mínimo, sete pecados capitais para cometer. Além disso, preferem viver o medo de mentira que têm das criaturas, em vez de enfrentar as imperfeições do ser humano – inerentes a nós. Os inomináveis do bosque representam o receio quanto ao exterior, supostamente justificado pela idéia do isolamento por segurança. Os habitantes da vila se fecham a sete chaves.

O filme de Shyamalan é também uma metáfora do mundo atual. Hoje em dia, fechamo-nos nas convenções sociais, ignorando tudo o que não faça parte delas. As convicções são intensas e tomadas como verdades absolutas, sendo que a diferença não é bem vinda. Inventamos medos para justificar nossas próprias atitudes e conduta. Idealizamos lugares para nos proteger. Vivemos como prisioneiros, em vilas particulares, as quais vão se limitando até formar um vilarejo individual. Como se a vila fosse a representação da vida em família, na qual supostamente não há perigos nem maldades de uns com os outros – há amor. E então, restringimos mais, e a vila passa a ser representada pelo nosso próprio corpo como propriedade pertencente a nós mesmos.

Além disso, na sociedade contemporânea, o medo nos acompanha o tempo todo, causando até mesmo patologias pós-modernas, como a síndrome do pânico, por exemplo. No enredo, o líder da aldeia, Edward Walker (William Hurt), e a conselheira Alice Hunt (Sigourney Weaver), cuidam para que nenhuma das pessoas se aventure pela floresta – para que não enfrentem o medo. Além disso, há na aldeia vigias que observam tanto se o lugar está seguro das criaturas quanto se nenhum habitante está tentando escapar. No mundo atual, a vigilância também é constante. Somos o tempo todo observados e monitorados – panóptico.

No decorrer da película, morre o filho de um dos dirigentes, August Nicholson (Brendan Gleeson), devido à falta de medicamentos. Lucius Hunt (Joaquin Phoenix), então, quebra o acordo e sai da aldeia em busca de remédios. Além disso, o jovem almeja ultrapassar os limites do lugar, a fim de explorar o desconhecido. Lucius é apaixonado por Ivy Walker (Bryce Dallas Howard), moça cega nascida no vilarejo, que também desperta o interesse de Noah Percy (Adrien Brody), garoto mentalmente desequilibrado. Quando Lucius volta ferido da aventura, é Ivy quem terá de enfrentar os medos e sair em busca de ajuda no mundo exterior.

Com um final surpreendente, A Vila nos faz refletir sobre o que seriam, para nós, as criaturas sobre-as-quais-não-falamos. A violência e os medos interiores de cada um, por exemplo, é que trancam as nossas próprias vilas. A personagem cega Ivy foi buscar os remédios para seu amado Lucius, e por amor enfrentou o medo das criaturas e do desconhecido – as fronteiras são imaginárias. E os monstros, são feitos de mentiras. É preciso sete chaves para abrir cada porta das nossas vilas – mas a fechadura será sempre apenas uma.

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Santo Amaro tem bandeirante próprio

Por Luma Pereira

A estátua do Borba Gato foi inaugurada no dia 27 de janeiro de 1963, na comemoração do IV Centenário de Santo Amaro. É uma homenagem ao bandeirante paulista homônimo, importante sertanista do século XVII, que vivia em busca de riquezas mineiras, além de perseguir índios e escravos fugidos.

Ele foi responsabilizado pelo assassinado de Dom Rodrigo, fidalgo espanhol, tendo que se refugiar no sertão. Após 20 anos de isolamento, Borba Gato propôs aos governadores que, se o deixassem voltar e ficar em liberdade, revelaria a localização das minas de ouro que descobrira. O acordo foi aceito e ele pôde voltar ao convívio dos familiares.

A estátua foi criada pelo artista e escultor Júlio Guerra (1912-2001), morador do bairro e autor de vários outros monumentos de São Paulo, como o “Mural do Teatro Paulo Eiró”, em Santo Amaro, ou a “Mãe Preta”, localizada no Largo do Paissandu. O Borba Gato é representado por Guerra em trajes do século em que o bandeirante viveu, segurando uma arma, na posição ereta e com o olhar fixo no horizonte. Além disso, a estátua, feita de pedras brasileiras coloridas, demorou seis anos para ser construída e tem 10 metros de altura e 20 toneladas.

O pedestal que o sustenta tem cerca de 2 metros, e é revestido de granito rústico. Próximo ao Borba Gato há também uma estrutura em cubo, com quatro painéis em mosaico de pastilhas, que representam personalidades e fatos relacionados à história de Santo Amaro. No Carnaval de 2004, a escola de samba “Rosas de Ouro” teve como tema os “Monumentos Paulistanos”, reproduzindo a estátua do Borba Gato no desfile. A arte pública ultrapassa os limites de apenas decorar os lugares onde são expostas, há toda uma história por trás das obras que vemos na cidade.

O monumento faz parte do “Inventário de Obras de Arte em Logradouros Públicos da Cidade de São Paulo”, mantido pelo Departamento do Patrimônio Histórico. O Borba Gato se tornou o cartão postal e símbolo do bairro, além de marcar a porta de entrada para Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. É entre as avenidas Santo Amaro e Adolfo Pinheiro que o bandeirante reside – vindo da História, hoje ele é santamarense.

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Jaleco e estetoscópio também estão na mira de PL municipal

Por Nathan Lopes

A proibição do uso de jaleco fora do ambiente hospitalar não é tema de Projeto de Lei apenas da Assembleia Legislativa, como o de 27 de setembro, do deputado Jorge Caruso. A Câmara Municipal de São Paulo também tem o seu. É o PL 508/2010, de 9 de novembro, cujo autor é o vereador Wadih Mutran (PP).

Ao contrário de seu colega do Legislativo estadual, Mutran também tem outro alvo, os estetoscópios. “Estudantes, servidores e profissionais da área de saúde saem dos ambientes hospitalares, não hospitalares e estudo vestindo ou portando seus jalecos, aventais e/ou estetoscópios como acessório de moda, desfilando tais vestimentas em estabelecimentos comerciais de qualquer natureza”. Este é o ponto principal da justificativa do vereador paulistano.

A questão da exposição à doenças é igualmente mencionada no texto. “Ao vestirem ou portarem os equipamentos, expõem não só os demais frequentadores do local, como também os próprios pacientes. Afinal, o jaleco, o avental, o estetoscópio e os demais equipamentos podem ser um vetor de transporte de agentes patológicos“.

O Projeto de Lei 508/2010 prevê a segurança de quem se encontra no mesmo lugar que os profissionais da área de saúde.  E a ênfase é dada aos estabelecimentos comerciais destinados a comercializar alimentos, pois “o risco de contaminação é maior”. Apesar da afirmação, não há uma justificativa científica para ela.

Mutran quer combater o uso desses objetos e roupas como representação de status por médicos. Para ele, precisa-se “coibir esta prática, que é potencialmente prejudicial à saúde pública”.

Continue participando da enquente sobre a proibição do uso do jaleco – e agora também do estetoscópio – fora do ambiente hospitalar. Ela pergunta sobre a PL 708/2010, da Assemblei Legislativa.

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Ciclovias em estradas é tema de PL

Por Nathan Lopes

Os ciclistas paulistas poderão ter uma boa notícia caso o Projeto de Lei 725/2010, do deputado estadual Fausto Figueira (PT), seja aprovado. Sua ideia é de, nos trechos urbanos, as concessionárias de rodovias deverão construir ciclovias. A lei deverá valer para as concessões vigentes e as que venham a ser feitas.

Fisicamente, a ciclovia deverá ser separada das pistas de veículos. Além disso, ela precisará transpor obstáculos, como rios, lagos, ferrovias e acessos à estrada. Caso isto não seja possível, será tolerada a criação de uma ciclo-faixa, que será demarcada no acostamento.

O projeto também prevê um prazo de dois anos para adequações das concessionárias.

Conforme a justificativa que Fausto Figueira apresentou, “as ciclovias têm se apresentado como uma importante ferramenta para melhorar o trânsito das grandes métropoles”. O deputado notou uma tendência de alguns municípios de São Paulo em implantar redes cicloviárias. Mas quando se trata de ligação entre cidades, o problema aparece. “O que ocorre é que os sistemas rodoviários não preveem o uso desse transporte, prejudicando o ciclista ou o colocando em perigo”.

Ele acredita que esse seria “um esforço da sociedade para garantir alternativas de transporte mais ecológicas, saudáveis e econômicas e que contribua também para a segurança dos cidadãos paulistas”.

O projeto foi apresentado no dia 21 de setembro. E, desde o dia 29 de outubro, ele está nas comissões de Contituição e Justiça (CCJ), de Transportes e Comunicações (CTC), e de Finanças e Orçamento (CFO).

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