Candidatos ao governo de SP

Por Nathan Lopes

No próximo dia 3 de outubro acontece o primeiro turno das eleições 2010. O EspelhoSP apresenta dados dos candidatos que concorrem ao governo do estado de São Paulo. Os nove concorrentes estão, na lista abaixo, em ordem alfabética.

Aloizio Mercadante (PT – 13)
Coligação “União Para Mudar” (PRB / PDT / PT / PTN / PR / PSDC / PRTB / PRP / PC do B / PT do B)

–> duas vezes deputado federal e senador.

Em seu site oficial, ele é apresentado como “economista de profissão, marido de Maria Regina, pai de Mariana e Pedro, nascido em Santos em 13 de maio de 1954, político de coração, caminho que começou a trilhar nos anos 80 até se tornar um dos nomes mais respeitados do país”.

Vice: Coca Ferraz (PDT), professor do Ensino Superior.

Anaí Caproni (PCO – 29)
Sem coligação

–> nunca se elegeu. (Ainda aparece como candidata à prefeitura de São Paulo em sua página no site do PCO).

No site, o histórico diz que ela “se formou técnica em eletrônica na E.T.E Lauro Gomes, escola técnica profissionalizante que era mantida pelas montadoras do ABC. Atualmente, está cursando a faculdade de Direito no Largo São Francisco, curso este que, nas próprias palavras da candidata, ‘é importante para quem tem uma atividade política intensa’”.

Vice: Afonso Teixeira (PCO), tradutor, intérprete e filólogo.

Celso Russomano (PP – 11)
Coligação “Em Defesa Do Cidadão” (PP / PTC)

–> quatro vezes deputado federal.

Apresenta-se, em seu site, como “autor e relator de vários Projetos e Leis que alteram o Código de Defesa do Consumidor e a Legislação correlata. Foi Membro da Comissão do Código Brasileiro de Trânsito, do Novo Código Civil, do Estatuto do Idoso, relator do Estatuto do Torcedor, do Estatuto da Pessoa com Deficiência, da lei que institui Assinatura Digital, entre dezenas de outras”.

Vice: Silvio Seixas (PP), advogado.

Fábio Feldmann (PV – 43)
Sem coligação

–> três vezes deputado federal.

“Advogado, administrador, parlamentar constituinte, pai de três filhos, militante em defesa do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável desde os anos 70 e agora candidato ao governo do Estado de São Paulo”, é o que afirma, em seu site, o candidato.

Vice: Rogério Menezes (PV), professor do Ensino Superior.

Geraldo Alckmin (PSDB – 45)
Coligação “Unidos Por São Paulo” (PMDB / PSC / PPS / DEM / PHS / PMN / PSDB)

–> vereador, prefeito, deputado estadual e deputado federal duas vezes, vice-governador, governador e secretário de Desenvolvimento de São Paulo.

O perfil, apresentado em seu site, é o seguinte: “Nasceu em Pindamonhangaba em 7 de novembro de 1952. Sempre estudou em escola pública, como tantas outras crianças do Brasil. Aos 19 anos, iniciou sua carreira na vida pública como vereador mais votado da cidade. Na época, cursava o primeiro ano de Medicina e dava aulas particulares para pagar a faculdade”.

Vice: Afif Domingos (DEM), administrador.

Igor Grabois (PCB – 21)
Sem coligação

–> nunca se elegeu.

O candidato possui apenas um canal de acesso público na internet, seu twitter.

Vice: Wagner Farias (PCB), servidor público municipal.

Mancha [Luiz Carlos Prates] (PSTU – 16)
Sem coligação

–> nunca se elegeu.

Sua biografia está indisponível em seu site.

Vice: Eliana Ferreira (PSTU), advogada.

Paulo Bufalo (PSOL – 50)
Sem coligação

–> duas vezes vereador.

Em seu site, apresenta-se como “engenheiro e professor de escola técnica pública do Centro Paula Souza e mestre em educação pela Unicamp. Como professor desde 1994, foi diretor de base e regional do sindicato da categoria, o Sinteps. Em 2000 atuou de forma intensa na construção da greve por melhores salários e de resistência ao sucateamento das escolas técnicas de São Paulo”.

Vice: Aldo Santos (PSOL), servidor público estadual.

Paulo Skaf (PSB – 40)
Coligação “Preste Atenção São Paulo” (PSB / PSL)

–> nunca se elegeu. 

Seu perfil, presente em seu site, apresenta trechos de sua vida ditos pelo próprio candidato. “Da minha infância, guardo na memória uma lembrança especial – as palavras que meu pai costumava repetir: ‘Filho, nunca se esqueça, as pessoas não são obrigadas a tratar, mas são obrigadas a cumprir tudo aquilo que tratam’. Isso nunca saiu da minha cabeça”.

Vice: Marianne Pinotti (PSB), médica.

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